quinta-feira, 12 de julho de 2012

TENTAR, TEIMAR E… ALCANÇAR


Na sequência do post que ontem publicámos, em que denunciamos um certo alheamento da condução política da autarquia, por parte de quem tem os pelouros com maior importância – administrativo e financeiro, urbanismo e planeamento, desporto, turismo e juventude – pomos agora o enfoque na necessidade de gerar um novo ciclo.
É nas alturas de dificuldades financeiras, como a que atravessamos actualmente, que os diferentes níveis do Poder, no caso a administração local, devem aproveitar para “arrumar a casa”, cuidar o presente e pensar o futuro.
A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos não está a fazê-lo. Não aproveitou, ainda, numa lógica de desenvolvimento económico local, as sensíveis melhorias dos interfaces rodoviários (ponte Salgueiro Maia, ponte da Lezíria, ponte Rainha D. Amélia, alargamento da ponte e viaduto de Benavente e nó de acesso à A13). Despendeu 1,1 milhões de euros – empréstimo bancário que vamos ter de pagar durante muitos anos – para a aquisição de um terreno com 10 ha, a infraestruturar um dia para área industrial, que fica muito distante (a cerca de 20 Km) daquele nó rodoviário, o que não permite a adequada valorização do local. Não ponderou, nem fez qualquer estudo de avaliação da (eventual) influência económica e urbanística do novo Aeroporto de Lisboa. Arrasta no tempo a revisão do PDM e a correcção e actualização da carta educativa, que teria de encontrar uma solução/um projecto para cuidar da metade da população escolar que não vai ter acesso aos novos Centros Escolares de Salvaterra de Magos e de Marinhais.


Tal como a Europa e o País, também no nosso concelho se impõe trabalhemos por uma maior coesão social. A educação, a cultura e o desporto, a par do empreendedorismo, da economia local e do ambiente são alguns dos temas que as próximas eleições autárquicas trarão à ribalta.

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